QUE SAUDADE DO ABRAÇO - 258
Abraçar-te eu quero agora, Para sentir-me abraçado, Sem sofrimento ou demora, Como faz o namorado Que se sente abandonado Do abraço, por ser capaz De integrar o amor em paz E adornar, dentro da alma, O regozijo da calma No abraço que se compraz. No abraço nasce a vida, Cura a dor e acende a paz; É chama sempre sentida, Que falta quando não há. Abraçar-te, quem me dera, Fosse um toque abundante, Transcendendo a nova esfera De um contato doce e amante, De corpo e alma, constante, Junto às delícias do fado Que me fez enamorado Do querer-te com prazer, Sem medo de me perder Neste abraço versejado. Quando o abraço me chama, Tudo em mim quer renascer; É fogo que nunca apaga, É força de pertencer. Escute a poesia musicada, clicando no link abaixo https://suno.com/s/aYgS9wNSiBD2RtPt Dê joinha, comente, compartilhe com seus amigos Josias Moreira de Alcantara
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