A PRISÃO DE MADURO - 214
Em dois mil e vinte e seis, Registra-se o dia inteiro: Três de janeiro, vocês Ouvem o canto altaneiro. Num movimento ligeiro, Prenderam o tal herdeiro De um trono há muito tomado, Junto ao povo abandonado Que tenta sobreviver À dor de um ser escravizado. Quando a justiça surgir, Nova luz vai despontar; E o povo há de sentir Que é tempo de libertar. A data será estudada Por alunos no futuro, Sobre a prisão deflagrada Num cochilo no escuro. Assim, detiveram Maduro, E o clique em fotografia Já se transforma em poesia Para servir de lição, Pois a justiça em ação Muda o futuro em porfia. Se a verdade se elevar, Nada a pode conter; Pois o bem, ao despertar, Faz a esperança crescer. O ditador destronado, Com a esposa, presos são, Por um plano bem traçado Para cumprir a missão Com firmeza e precisão. Sem erros de atitude, Venceu-se a inquietude, E a captura aconteceu Confirmada no apogeu De uma vitória em plenitude. Quando o medo se quebrar, Vem a força da nação; E o futuro vai mostrar Que vence o povo em união. Escute a poesia cantada, clicando no link abaixo https://suno.com/s/eDRbsAUPZv7k8CxR De joinha, comente, compartilhe e me siga Josias Moreira de Alcantara
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