A METAMORFOSE DO CAOS - 302
Quando as pernas falham, os pés ficam descalços. Vejo o mundo transformado De maneira desigual, E o meu povo encarcerado Preso em seu próprio quintal. É um quadro irracional, Que exige certa atenção, E talvez investigação Dessa falsa liberdade Que se mostra em atrocidade No comando da nação. Vejo um povo sem a luz, Sem pensar, sem confiança, Nos caminhos que Jesus Trilhou, trazendo esperança. Sem anarquia ou lambança, Buscando o brilho da paz, Num caminho que nos traz Reconforto em cada lar, Para podermos sonhar Com o amor que se compraz. O caos virou nossa pele, A esperança se desfaz. Mas quem luta e não se rende Faz do abismo um novo cais. Vejo promessas sem réguas, Narrativas sem sentido, Falácias que ecoam léguas Por governantes perdidos. Muitos deles, iludidos Pela inversão de valores, No caráter, nos sabores Dos alimentos fatais, Que nas mentes nutrem mais Do que seus falsos temores. Vejo o sol a se esconder, A lua brilhar opaca, Vejo o mundo a se prender No discurso de um babaca, Com a mente muito fraca De valores e atitudes, Mostrando falsas virtudes No modo de governar, E nos vemos a afundar Com tantas vicissitudes. O caos virou nossa pele, A esperança se desfaz. Mas quem luta e não se rende Faz do abismo um novo cais. Escute a poesia musicada, clicando no link abaixo https://www.mureka.ai/song-detail/JM4mitXe5dQAwCVTrpvNxU?is_from_share=1 Dê joinha, comente, compartilhe com seus amigos Josias Moreira de Alcantara
Comentários